quinta-feira, 23 de outubro de 2008

SEMANA DA COMUNICAÇÃO

No painel de abertura DA SEMANA DA COMUNICAÇÃO, Ricardo Gandour, diretor geral de conteúdo do jornal Estadão de São Paulo, vai participar do evento falando sobre o mercado profissional. O diretor que assumiu o cargo no jornal no final de 2006, se tornou ao longo de tantos anos de carreira um profissional com grande visão de gestão de empresas jornalísticas. Tendo passagens por destacados veículos da imprensa brasileira, como Folha de São Paulo e Organizações Globo, a experiência lhe permitiu acumular conhecimento que hoje utliza em seu dia-a-dia no Estadão.


Outro convidado para o painel de abertura do evento é o diretor comercial da Rain Digital, Roberto Nascimento. Para quem não sabe, a Rain é uma empresa brasileira que propõe soluções diferenciadas para gerenciamento de conteúdo digital.Para falar sobre o mercado publicitário o diretor formado em publicidade e propaganda, com pós-graduação em marketing e MBA Executivo, irá conversar com os alunos sobre o mercado empreendedor. Nascimento atua no mercado publicitário há 25 anos. Iniciou a carreira na editora Abril onde permaneceu por 15 anos, saindo como Diretor de Publicidade da revista Veja. Passou pela agência W Brasil, no cargo de diretor de atendimento. Também foi diretor de Marketing da revista Época, da Editora Globo; Diretor Comercial da Revista América Economia e Diretor Comercial da revista Cartacapital. E agora trabalha na Rain.

Vale a pena conferir as palestras!!!!!



Postado por Isabelly Fernandes/downtown

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Até aonde vão os limites da cobertura jornalística televisiva?

É nos últimos três anos, os telejornais transformaram simples personagens em grandes “estrelas” midiáticas da TV, esqueceram que o papel de informar para dar espaço e voz para estas pessoas, será que isso é correto ao que se refere ao jornalismo?

Agosto de 2006 : Sábado, 12 de agosto, pela manha, o repórter Guilherme Portanova e o auxiliar técnico Alexandre Calado da TV Globo foram seqüestrados em São Paulo por integrantes da facção criminosa PCC ( Primeiro Comando da Capital).

Para liberar o repórter Guilherme Portanova, a facção libera Calado e lhe entrega um “DVD” com uma mensagem que deveria ser exibida na programação da emissora, caso isso não acontecesse, Portanova iria morrer.

Na noite de sábado, durante a exibição do SuperCine, a rede Globo entra com um plantão em sua programação, e o repórter Cesar Tralli lê a informação sobre a exigência da facção e a Globo exibe a mensagem enviada pela mesma.

Isso abriu de certa forma um precedente perigoso, mas pra garantir a vida do repórter, a emissora tomou essa decisão. No domingo de madrugada, Portanova era libertado pelo PCC, sem nenhum ferimento grave.

Já agora em 2008, dois casos, também retratam a nova forma de retratar a informação jornalística na TV.

O caso Isabela Nardoni, como a mídia saturou os telespectadores com essa tragédia que chocou o pais, a menina que foi brutalmente “assassinada” supostamente por seus próprios pais, ficou mais de um mês como principal noticia na programação diária seja da televisão,jornais e web.

Os pais tiveram espaço para darem sua versão dos fatos, o caso parecia não ter fim, cada dia aparecia uma nova informação, e nenhuma outra informação sobre outro fato que ocorria no Brasil e no mundo eram aprofundadas, a imprensa só se preocupava em falar de Isabela Nardoni.

E agora tivemos o caso do seqüestro em Santo André, em SP, as jovens Nayara e Eloá foram seqüestrada por Lindeberg, ex-namorado de Eloá, e mais uma vez a imprensa deu destaque e voz para os personagens principais dessa história que deixou o país apreensivo na ultima semana.

Os jornalistas tiveram contato com o seqüestrador durante o andamento do seqüestro, falaram com as vitimas também, pediram que ele não fizesse nada de mal com as jovens. Mas me pergunto, é esse o papel da imprensa?





Infelizmente, Lindeberg, não cumpriu o que disse aos jornalistas, o seqüestro terminou de uma forma trágica, a jovem Eloá acabou sendo baleada e veio a falecer.

E deixo uma pergunta, depois de falar desses casos:




Qual é o papel da imprensa hoje no nosso Brasil? Há limites que devemos respeitar na cobertura jornalística?




Postado por Enéas Lima
Piedade

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Queen lança novo CD depois de 13 anos sem material inédito

Imagem

Esta é a capa do "Cosmos Rocks", primeiro trabalho de estúdio do QUEEN em sua atual versão - Brian May, Roger Taylor e o vocalista Paul Rodgers. O disco foi lançado em 15 de setembro na Europa e 14 de outubro nos EUA. No Brasil ainda não há previsão de lançamento do disco que contém 14 faixas.

O primeiro single, traz a canção “C-Lebrity”, já está nas lojas em LP e CD e também disponível para download pela internet, trazendo, além da faixa-título, uma releitura de "Fire & Water" do FREE, ex-banda de Paul Rodgers.

Segue a relação das faixas do “Cosmos Rocks”, que tem cinco versões diferentes: CD, “tour edition” (versão disponível via site oficial), CD + DVD, LP e download via iTunes.

- Cosmos Rockin'
- Time To Shine
- Still Burnin'
- Small
- Warboys
- We Believe
- Call Me
- Voodoo
- Some Things That Glitter
- C-lebrity
- Through The Night
- Say It's Not True
- Surf's Up... School's Out!
- Small reprise

O DVD incluso na edição especial traz um show filmado no Saitama Super Arena de Tóquio, em 27 de outubro de 2005, com as seguintes faixas:

- Reaching Out
- Tie Your Mother Down
- Fat Bottomed Girls
- Another One Bites The Dust
- Fire And Water
- Crazy Little Thing Called Love
- Teo Torriatte (Let Us Cling Together)
- These Are The Days Of Our Lives
- Radio Ga Ga
- Can't Get Enough
- I Was Born To Love You
- All Right Now
- We Will Rock You
- We Are The Champions
- God Save The Queen.

Trechos das faixas do "The Cosmos Rock", novo trabalho do QUEEN + PAUL RODGERS, podem ser conferidos neste link.

Fausto Souza
Piedade

Mulher de Topless capturada por Google Earth

Os mapas do Google Earth foram atualizados e muitas coisas novas foram captadas pelo satélite. Uma delas é esta inusitada foto onde uma mulher está tomando sol em seu terraço na Holanda.

Embora com pouca definição, a imagem mostra o nível de proximidade que o programa já é capaz de capturar. Um comentário no Google Sightseeing brinca com o conteúdo do arquivo: "claro, isso sendo na Europa, poderia ser um homem numa Speedo. Ou pior, poderia ser uma mulher que, além de não estar de topless, precisaria melhorar a forma".

Aproveitando a grande "capacidade de alcance" do programa, o blog chamado "Google Sightseeing" resolveu reunir as melhores cenas com nudez no Google Earth. Tem topless, pessoas totalmente nuas com detalhamento e nitidez, tudo podendo ser visto pelo serviço de mapeamento digital.

Google nudez

Saindo um pouco da funcionalidade "indiscreta" do Google Earth, muitas empresas americanas já estão acordando para a capacidade de alcance do programa , e algumas já estão escrevendo seus nomes no teto de seus escritórios, para serem captados pelo satélite. O mercado de turismo, provavelmente será o próximo a usar este artifício.

Em todo caso, a Firefox até agora foi a empresa que mais conseguiu chamar atenção. Eles criaram um logo gigantesco em uma plantação do estado americano do Oregon dando aquela sensação que foi feito pelos extra-terrestres. Com as coordenadas certas, o logo pode ser capturado tranquilamente pelo Google Earth. Veja aqui o vídeo de como tudo foi feito.

Fausto Souza
Piedade

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Podemos confiar nos institutos de pesquisa?

Um jornalista cedo ou tarde acabará tomando como referência os dados oficiais. No entanto, até que ponto eles são confiáveis, levando o jornalista ao erro? Recentemente, uma matéria publicada no Globo Online em 06/10/2008 levantou a questão – e comentários como "É claro que a pesquisa influenciou e isso é bom, é informação" acabam levantando uma preocupação extra: O quanto o observador influencia o observado?

Pesquisas: institutos erram e trocam acusações

SÃO PAULO - Os dois principais institutos de pesquisas do país, Ibope e Datafolha, não acertaram os resultados das urnas em algumas cidades. Os casos mais notórios e distantes da média de 2 a 3 pontos percentuais de margem de erro ocorreram no Rio, em São Paulo e Belo Horizonte, segundo analistas políticos. Para o cientista Marco Antonio Villa, as três capitais se tornaram um verdadeiro "Triângulo das Bermudas" na política nacional por causa das pesquisas. Ele avalia que os eleitores podem ter alterado suas opções porque receberam informações erradas, principalmente no Rio.

- As pesquisas são fontes importantes para a democracia, são parte do processo eleitoral. Podemos chegar a 2010 em uma situação de descrédito sobre as pesquisas de opinião, o que é muito negativo - disse Villa(...)

Em entrevistas ao Globo, os diretores dos dois institutos negaram erros e trocaram acusações, principalmente por causa do Rio. O Datafolha avalia que foi o único a detectar o crescimento de Gabeira na reta final.

- Se não houvesse o Datafolha, a surpresa no Rio seria muito maior. E também seria outro resultado, porque eleitores da Jandira migraram para Gabeira. É claro que a pesquisa influenciou e isso é bom, é informação. No Rio, além de definir o candidato, o eleitor escolheu em qual instituto de pesquisa deve confiar - disse o diretor do Datafolha, Mauro Paulino.

Já o Ibope acusa o Datafolha de ter criado uma "onda" pró-Gabeira. O instituto teria elevado a estratificação social dos entrevistados, na análise do Ibope, e, com isso, encontrou mais eleitores de Gabeira, concentrados entre os mais estudados. Com a divulgação da pesquisa, mais eleitores migraram para o candidato, segundo o Ibope.

- É só analisar o Datafolha entre 5 de julho e 4 de outubro: o eleitor enriqueceu cerca de 10%. Ou seja: o Datafolha subiu o perfil da renda familiar e da escolaridade. Acho esquisito mudar uma amostra assim. Por isso, não foi erro do Ibope. O Datafolha criou uma "onda" que ajudou Gabeira - retrucou Márcia Cavallari, diretora de atendimento e planejamento do Ibope Inteligência. (...)

Márcia Cavallari disse que a taxa de desvio do Ibope com relação às urnas foi de 6% nas 34 pesquisas feitas na véspera e de 3% nas 12 do tipo boca-de-urna. Ela admite que, em São Paulo, a boca-de-urna ficou um ponto percentual acima da taxa de erro. O motivo seria o fato de as entrevistas terem se encerrado às 14h e não às 17h. Segundo ela, 17% dos paulistanos decidiram o candidato no dia da eleição.

- Prognóstico é o que se divulga na véspera, não há erro nisso. No Brasil, 20% dos eleitores têm decidido o voto no dia. E não há precisão absoluta em pesquisas. Agora, eu queria ver se o Datafolha ia pegar o resultado preciso em São Paulo se tivesse feito uma boca-de-urna. Falar assim é fácil. Em Belo Horizonte, o que ocorreu é que o Quintão cresceu, surpreendeu, talvez porque o adversário tenha soado como imposição - disse a diretora do Ibope.(Soraya Agegge)

A matéria na íntegra pode ser lida aqui.(Alexandre F. Soares)

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